Agosto Dourado 2024
Publicada em 08/08/2024

Alinhada às diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e, no Brasil, do Ministério da Saúde, a campanha mundial Agosto Dourado concentra-se, em 2024, no tema "Reduzindo a desigualdade: apoio à amamentação para todos". A ideia é destacar a importância do apoio contínuo ao aleitamento materno em todas as circunstâncias, seja em ambientes familiares, profissionais ou comunitários. E, mais uma vez, o MPF faz parte desse movimento.
Além da jornada lactante e da inclusão de gestantes e lactantes entre as prioridades para concessão de teletrabalho, algumas unidades do MPF proporcionam creche (na PGR, atendendo também a PRR1, PRDF e órgãos conveniados) e salas de apoio à amamentação (PRR2, PRR4* e PR/SP). A intenção é facilitar o aleitamento materno no ambiente de trabalho para todas as mulheres, sejam elas estagiárias, membras, servidoras ou colaboradoras terceirizadas.
E não é só. Ao longo de todo o ano, a Secretaria de Serviços Integrados de Saúde (SSI-Saúde) divulga, no Portal da Saúde e na intranet do MPF, textos e vídeos com informações úteis para quem busca uma vida saudável. Mães e bebês estão lá, contemplados com dicas de nutrição e cuidados para garantir a amamentação.
Dessa forma, como ocorre desde 2017, quando a Lei Federal 13.435, de 12 de abril de 2017, instituiu o Mês do Aleitamento Materno, as sedes do MPF se iluminam de dourado e as secretarias nacionais e unidades promovem uma série de atividades para celebrar o Agosto Dourado e multiplicar informações. Na PGR, a SSI-Saúde e a Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP) preparam conteúdos para incentivar e orientar sobre a amamentação e a saúde de mães e bebês.
Aleitamento no retorno ao trabalho
Entre as ações previstas, está a divulgação semanal de conteúdos especiais do Portal da Saúde do MPF, como a entrevista em vídeo com a ginecologista e mastologista Gerli Coelho, analista de saúde lotada na PGR, que, em cerca de quatro minutos, oferece às mamães dicas para manter a amamentação em dia no momento da volta ao trabalho.
A importância de se garantir essa transição não é pouca. A prática contribui para a nutrição adequada e rende uma série de outros benefícios para a saúde da criança: desenvolvimento de maior resistência a infecções e alergias, desenvolvimento dos músculos da face e fortalecimento do vínculo materno. Segundo o Ministério da Saúde, o ideal é manter o aleitamento materno exclusivo até os seis meses e, de forma complementar, pelo menos até os dois anos de idade da criança.
É natural que, na volta ao trabalho, as mães reduzam a frequência das mamadas. Isso pode levar a situações desconfortáveis, como dor nas mamas e vazamento de leite. “Com um pouquinho de paciência e tranquilidade, a mãe consegue passar por essa fase sem maiores transtornos", diz a médica, na entrevista conduzida pela nutricionista Raquel Costa Ferreira, também analista de saúde na PGR. Saiba o que fazer para regular a produção de leite e garantir o aleitamento por mais tempo.
* A sala da PRR4 está fechada desde maio passado, quando a unidade e a PR/RS foram inundadas. Ambas as procuradorias prosseguem nos esforços de reabrir os prédios e retomar a totalidade dos serviços para os públicos interno e externo.
Fonte: SECOM
